“Houve redução de alguns leitos e existe sim essas adequações. São adequações temporárias e o hospital deve retornar à normalidade em breve”, disse. Ainda segundo o secretário, não é possível contabilizar o número de leitos que não estão em atividade e reforçou que se tratam de medidas internas tomadas pela direção do hospital.
Sobre a dívida de R$ 30 milhões à Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM), entidade que faz a gestão do hospital, Dario relatou que realmente há déficits de repasse da Prefeitura, mas não informou o valor.
Outros leitos podem ser desativados nos próprios dias. O secretário disse, ainda, que a situação deve ser normalizada nos próximos meses.
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