“O que eu acho é que a gente tem que olhar é a tendência. Será que 2013 não é um indicador fora da curva? Já estamos trabalhando em patamares baixos. As piores formas de trabalho infantil já vinham sendo reduzidas. Não acho que há margem de erro, acho que é flutuação. Se a gente olhar 2012 a 2014, você continua tendo queda. Você tem esse patamar praticamente estabilizado. Não encontro nenhuma explicação para justificar o aumento das crianças trabalhando, até porque o perfil não modificou”, disse a ministra.
De acordo com dados do PNAD, em 2014 havia 554 mil crianças de 5 a 13 anos trabalhando. Esse número é 9,3% maior do que em 2013, quando registrou 506 mil, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A ministra disse, ainda, que a maioria crianças e adolescentes que trabalham hoje não estão em funções degradantes e pesadas, como carvoaria, mas sim atuando como pequenos agricultores ou no trabalho doméstico. Ela também ponderou que alguns jovens buscam uma “trajetória adulta” e que isso deve ser pesquisado pelo governo, para implantar modificações no currículo escolar.
A ministra disse, ainda, que a maioria crianças e adolescentes que trabalham hoje não estão em funções degradantes e pesadas, como carvoaria, mas sim atuando como pequenos agricultores ou no trabalho doméstico. Ela também ponderou que alguns jovens buscam uma “trajetória adulta” e que isso deve ser pesquisado pelo governo, para implantar modificações no currículo escolar.
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