O diretor não concorda com os parâmetros da pesquisa, que definiu, por exemplo, a BR-425 como: ruim, de pavimento e geometria regular e péssima sinalização.
"A pesquisa tem alguns parâmetros que eu, como profissional, julgo equivocado, como por exemplo, quando a rodovia não é duplicada, eles colocam como conceito regular. Mas quem disse que toda rodovia brasileira tem que ser duplicada?", questiona o diretor, alegando que, é necessário verificar a demanda e o volume do tráfego com a geometria da BR e que as rodovias de pista simples operam bem no estado.
"A pesquisa tem alguns parâmetros que eu, como profissional, julgo equivocado, como por exemplo, quando a rodovia não é duplicada, eles colocam como conceito regular. Mas quem disse que toda rodovia brasileira tem que ser duplicada?", questiona o diretor, alegando que, é necessário verificar a demanda e o volume do tráfego com a geometria da BR e que as rodovias de pista simples operam bem no estado.
Dentre as duas rodovias vistoriadas pelo diretor do Dnit, o relatório da CNT aponta a BR-425 como a em piores condições. Segundo o diretor, nos últimos meses, a via foi restaurada e alguns pontos da estrada foram levantados, todo o pavimento foi reconstruído, além de ter sido implementado o acostamento e um novo sistema de drenagem. Ele garante que cerca de 75% da rodovia está com sinalização nova, pois a provisória foi toda substituída.
BR-425
A rodovia federal liga Abunã, distrito de Porto Velho, a Guajará-Mirim e passa pelo município de Nova Mamoré. A estrada tem 156 quilômetros de extensão no total. O levantamento da CNT aponta que a rodovia tem péssima sinalização, além de pavimentação e geometria regulares.
A rodovia federal liga Abunã, distrito de Porto Velho, a Guajará-Mirim e passa pelo município de Nova Mamoré. A estrada tem 156 quilômetros de extensão no total. O levantamento da CNT aponta que a rodovia tem péssima sinalização, além de pavimentação e geometria regulares.
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