14 de nov. de 2015

Após vistoria, diretor do Dnit discorda de relatório da CNT sobre rodovias

O diretor não concorda com os parâmetros da pesquisa, que definiu, por exemplo, a BR-425 como: ruim, de pavimento e geometria regular e péssima sinalização.

"A pesquisa tem alguns parâmetros que eu, como profissional, julgo equivocado, como por exemplo, quando a rodovia não é duplicada, eles colocam como conceito regular. Mas quem disse que toda rodovia brasileira tem que ser duplicada?", questiona o diretor, alegando que, é necessário verificar a demanda e o volume do tráfego com a geometria da BR e que as rodovias de pista simples operam bem no estado.
O diretor afirma ainda que a partir do próximo ano, o departamento pretende divulgar os dados com uma determinada frequência site oficial da instituição para que a população possa saber as reais condições das rodovias e, posteriormente, sentar com as entidades que realizem pesquisas para debater os critérios de avaliação das pesquisas.
Dentre as duas rodovias vistoriadas pelo diretor do Dnit, o relatório da CNT aponta a BR-425 como a em piores condições. Segundo o diretor, nos últimos meses, a via foi restaurada e alguns pontos da estrada foram levantados, todo o pavimento foi reconstruído, além de ter sido implementado o acostamento e um novo sistema de drenagem. Ele garante que cerca de 75% da rodovia está com sinalização nova, pois a provisória foi toda substituída.
BR-425
A rodovia federal liga Abunã, distrito de Porto Velho, a Guajará-Mirim e passa pelo município de Nova Mamoré. A estrada tem 156 quilômetros de extensão no total. O levantamento da CNT aponta que a rodovia tem péssima sinalização, além de pavimentação e geometria regulares.

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